História

Fundação em Mariana

O Colégio Arquidiocesano de Ouro Preto, um dos mais tradicionais estabelecimentos de ensino de Minas Gerais, deita suas raízes no solo fecundo de Mariana, cidade primaz do Estado, sede de arcebispado e do Seminário São José. Em 1926, Dom Helvécio Gomes de Oliveira, então arcebispo de Mariana, percebendo a necessidade de um estabelecimento de ensino oficializado nesta região, cada vez mais rica e populosa, fundou o Ginásio Municipal Arquidiocesano de Mariana, desanexando a seção ginasial do Seminário Arquidiocesano, instituição eclesiástica que, desde 1750, atua na formação de jovens que almejam a vida sacerdotal.

Oficializado pela Resolução nº 183 de 23 de setembro de 1926, da Câmara Municipal de Mariana, o Ginásio Arquidiocesano iniciou suas atividades em 1927, sob regime de inspeção preliminar, tendo como professores padres que também atuavam no Seminário. Funcionando no antigo Palácio dos Bispos, nas modalidades de internato e externato exclusivamente masculinos, teve como Diretores Monsenhor Manuel Nogueira (1927 a 1929), Monsenhor Raimundo Otávio Trindade (1930) e Pe. José da Silveira Lobo (1931 a 1933).

No dia 10 de outubro de 1932, pelo Decreto nº 21.925, foi concedido ao Ginásio Arquidiocesano as prerrogativas de inspeção permanente, cabendo-lhe a designação de “Estabelecimento Livre de Ensino Secundário”. Cumpre ressaltar que no Brasil, até 1971, os estabelecimentos classificados como Ginásio constituíam o estágio educacional que se seguia ao Ensino Primário e que antecedia o Ensino Colegial. Correspondia, então, aos quatro anos finais do atual ensino fundamental.

Transferência para Ouro Preto

Apesar de sua fundação ter ocorrido em Mariana, foi em Ouro Preto que Dom Helvécio encontrou maior apoio para a criação de uma sociedade que pudesse assumir a mantença do Ginásio Arquidiocesano. Desta forma, sob a liderança do Dr. Albino Sartori, no dia 01 de março de 1933, foi realizada a assembléia de fundação da Sociedade Liceu de Ouro Preto, cuja instituição jurídica se deu no dia 20 de maio do mesmo ano, conforme registro Nº 03 do Cartório Civil de Pessoas Jurídicas do Município. Constava entre os objetivos a oferta de ensino em caráter particular, em cursos e modalidades previstas na Legislação Brasileira, objetivando a educação religiosa, científica, literária, social e militar. [i]

No dia 9 de março de 1933, a Sociedade Liceu de Ouro Preto adquiriu o terreno para a construção do prédio que abrigaria o Ginásio Arquidiocesano, à Rua Alvarenga, no Bairro Cabeças, em Ouro Preto. No dia 12 de junho do mesmo ano ocorreu a bênção da pedra fundamental, presidida pelo Monsenhor Alipio Odier, então Vigário Geral da Arqudiocese de Mariana. Já no dia 30 de outubro, comemorava-se a colocação da cumieira do edifício “Liceu de Ouro Preto”. Em fevereiro de 1934, concluiu-se sua construção.

A transferência do Ginásio Arquidiocesano para o novo prédio, na antiga Vila Rica, se deu em 1934, sob a direção do Pe. José da Silveira Lobo. No dia 01 de março chegaram os primeiros alunos, entre eles os irmãos Hermenegildo e Benedicto Adami de Carvalho, de Conselheiro Lafaiete. Em seus primeiros anos, o Ginásio recebeu alunos procedentes de cidades da Região, do Sul de Minas, do Triângulo Mineiro e também de cidades mais distantes do Nordeste, Norte e Sul do País. [ii] Na modalidade de externato, configuram-se Zilda Soares, Solange Maria Trindade e Clysse Maria Alves Sartori como as primeiras mulheres a concluir os estudos no Colégio Arquidiocesano, em 1934, 1936 e 1937, respectivamente.

Grêmio Literário “Tristão de Ataíde”

Já nos seus primeiros anos de funcionamento em Ouro Preto, o Ginásio Arquidiocesano demonstrou força inigualável na educação de jovens e fomento da cultura. No dia 18 de outubro de 1938, Pe. José Pedro Mendes Barros, nome que enriqueceu sobremaneira a história do Colégio Arquidiocesano, fundou o Grêmio Literário “Tristão de Ataíde” (GLTA). Além do incentivo à leitura, o Grêmio promovia peças de teatro, concertos e saraus. “No Ouro Preto dos anos 30 e 40, no alto das Cabeças, o GLTA começou a abrir o mundo aos jovens e, sem meias-palavras, quebrou a monotonia do estudo regular e severo, enchendo de vitalidade o Colégio Arquidiocesano até 52. E foi, sem dúvida, experiência definitiva na formação moral e intelectual de muitas gerações através do apostolado, da ação e militância de Pe. Mendes.” [iii]

O Grêmio manteve sede no Colégio até o ano de 1951. Após essa data, passou a ocupar algumas casas na cidade, no bairro Rosário e no Centro, até a construção da sede atual, à Rua Paraná, 136.” [iv]

De Ginásio a Colégio

Pe. José da Silveira Lobo permaneceu no cargo de diretor até agosto de 1942, quando, por motivo de doença, afastou-se da função. [v] Sua ação educativa, sabedoria de mestre e espírito de serviço merecem eterna homenagem. Nas comemorações dos 60 anos de fundação da instiuição, em 1994, foi inaugurado o busto de Pe. Lobo no hall principal do Colégio, como “monumento de ciência, cultura e bondade, virtudes humanas e sacerdotais desse grande educador”. [vi]

Com a saída do Pe. José da Silveira Lobo, Dom Helvécio nomeou Diretor do Ginásio Arquidiocesano o Pe. Osvaldo da Fonseca Torga, que permaneceu no cargo pouco mais de um ano, de 1942 a 1943. Foi em sua gestão que o “Ginásio” passou a funcionar como “Colégio”, pelo Decreto nº 11.940 de 17 de março de 1943, assinado pelo então Presidente da República, Getúlio Vargas, e pelo Ministro da Educação e Saúde, Gustavo Capanema. Foi neste mesmo ano que se iniciou o Curso Científico, com abertura de matrículas para as turmas do 1º e 2º anos. Em 1944 foram diplomados os primeiros alunos concluintes do Curso Científico do Colégio Arquidiocesano de Ouro Preto, entre eles, o Prof. Hélio Homem de Faria, que viria a tornar-se, anos adiante, diretor da Instituição.

Pe. Osvaldo foi sucedido pelo Pe. Emílio Veiga, que ocupou o cargo de Diretor do Colégio Arquidiocesano de 1944 a 1947. Em seguida, o Pe. José da Rocha Filgueiras permaneceu na diretoria da instituição, de forma dedicada, por 31 longos anos de trabalho, de 1947 a 1978.

Internato

Durante trinta e seis anos (de 1934 a 1970), o Colégio Arquidiocesano de Ouro Preto funcionou em regime de externato misto e, sobretudo, internato masculino. Em 1970, devido à ausência de candidatos e à proliferação de colégios em todo o Estado, o internado foi encerrado, interrompendo uma história profícua de educação integral, que muito marcou a história de Ouro Preto e possibilitou a formação de jovens provenientes de várias regiões do Brasil.

Graças à dedicação de seus diretores, padres da Arquidiocese de Mariana, e à competência de seu corpo docente, constituído por professores das tradicionais Escola de Minas e Farmácia de Ouro Preto, da Escola Técnica e por padres formados no Seminário de Mariana, o Colégio Arquidiocesano de Ouro Preto orgulha-se de ter oferecido, entre seus ex-alunos, vários profissionais que prestam ou prestaram os mais variados e valiosos serviços à Pátria Brasileira.

O ilustre ex-aluno Dr. Benedicto Adami, por ocasião da comemoração dos 50 anos de presença do Colégio Arquidiocesano em Ouro Preto, em 1984, testemunhou, em inflamado discurso: “Num rápido retrospecto, sem a preocupação da ordem de méritos, posso citar os Desembargadores José de Freitas Teixeira e Geraldo dos Reis Alves, este ex-Presidente do Tribunal de Justiça de Minas; os Médicos Antônio Siqueira, Biagioni Filho, José Batista e Joaquim Moretzohn; os Engenheiros Lindonor Motta, atuando nos campos de petróleo do Nordeste, Dagoberto Lobo, nas minas de carvão do sul, Elieser Batista, na presidência da CVRD, Floriano Campolina, Newton Pereira de Rezende, Emílio Ibrahim, ex-Secretário de Obras do Rio de Janeiro e atual diretor de Furnas; os Professores José Benedito Neves e Otávio Elísio Alves de Brito, Secretário de Educação de Minas; os Bacharéis em Direito Paulino Cícero de Vasconcelos, vice-Presidente da Câmara dos Deputados, Hélio Adami, também Jornalista, da alta administração dos Diários Associados e Procurador do IAPAS, José Leandro Filho, Prefeito de Ouro Preto, Antônio Romanlli e Dirceu Xavier, ambos com relevantes cargos na Administração Municipal e Estadual na Capital; o Farmacêutico e Deputado Sebastião Mendes de Barros; o Deputado, Jornalista e homem de empresa José Aparecido de Oliveira, Secretário de Cultura De Minas. (…) Há, ainda, os que concluindo aqui, o curso ginasial, optaram pelo Seminário, sendo ordenados Sacerdotes, como Monsenhor Hermenegildo Adami e os Padres Oswaldo Carlos Pereira, já falecido, e o Frei Márcio Sartori.” [vii]

Novos tempos

Após o encerramento do Internato, o Colégio Arquidiocesano abriu-se para novas ações educativas, visando acompanhar as demandas de uma sociedade que já sentia as consequências do processo avançado de urbanização.

Ainda sob a direção de Pe. José da Rocha Filgueiras, em 1975 foi autorizado, em nível de Segundo Grau, o curso com habilitação profissional de Desenhista Mecânico. “Para atender ao ensino e à prática das disciplinas de conteúdo profissionalizante, o Colégio firmou convênio com o Centro de Formação Profissional SENAI-Alcan”. [viii] Até 1982, ano em que tal curso foi encerrado, o Colégio Arquidiocesano formou vários profissionais nesta área.

Em 1979, o Colégio Arquidiocesano estendeu o seu campo de ação, com a implantação do Pré-Primário (hoje, Educação Infantil) e, no ano seguinte, iniciou o Primário (hoje, Ensino Fundamental – Anos Iniciais), mediante autorização obtida pela Portaria nº 089/80, da Secretaria de Estado da Educação, de 22 de fevereiro de 1980. Passos importantes para a consolidação do Colégio Arquidiocesano enquanto instituição voltada para a educação de toda a família, tais medidas só se tornaram realidade graças ao empenho desmedido do Prof. Hélio Homem de Faria, nomeado diretor em 1979, por Dom Oscar de Oliveira, então Arcebispo de Mariana, sucedendo ao Cônego José da Rocha Filgueiras, que afastou-se da função por questões de saúde. [ix]

O Prof. Hélio foi substituído pelo Pe. Carmélio Augusto Teixeira, nomeado por Dom Oscar no ano de 1981. Depois de trinta e três anos residindo no Colégio, onde atuava de modo exemplar na condição de professor, ecônomo e disciplinário, Pe. Carmélio ocupou o cargo de diretor em um dos momentos mais difíceis para a instituição. De saúde frágil, Pe. Carmélio foi auxiliado pelo Prof. Péricles Lobo Leite que, de 1986 a 1987, exerceu a função de Diretor Administrativo, socorrendo a instituição em momento de grave crise financeira e administrativa. Graças ao seu incansável trabalho e ao apoio da Prefeitura Municipal, da Escola Técnica Federal, da Alcan – Saramenha e de várias instituições locais, públicas e privadas, o Colégio saltou de 289 alunos em 1983 para 690 matrículas em 1987. [x]  O aumento de matrículas foi favorecido pela criação, em 1986, do Curso Técnico em Agropecuária, extinto em 1993, pelo Prefeito Municipal de Ouro Preto, nos termos do Convênio, através de Notificação Extra Judicial.

Entre março e outubro de 1988, Pe. Carmélio afastou-se do trabalho para tratamento de saúde, sendo então substituído, neste período, pelo Cônego José Feliciano da Costa Simões, Pároco de Nossa Senhora do Pilar. [xi] Ao retomar sua função, Pe. Carmélio passou a contar com o apoio do Prof. José Benedicto Neves, que assumiu o cargo de Diretor Administrativo do Colégio Arquidiocesano, de 1988 a 1989.

Obras Sociais Monsenhor Horta

Em janeiro de 1989, o Arcebispo de Mariana, Dom Luciano Pedro Mendes de Almeida, reconhecendo os problemas de saúde enfrentados pelo dedicado Pe. Carmélio, nomeou, para substituí-lo, o Cônego Paulo Diláscio, Diretor do Colégio Arquidiocesano. “O Pe. Carmélio continuou o seu trabalho junto ao Colégio Arquidiocesano como professor de História, da 7ª e da 8ª série do 1º Grau e de Lógica, no 3º ano do 2º Grau, durante os anos de 1989 e 1990”. [xii]

Em 1992, tendo recebido a doação das últimas quotas de acionistas da Sociedade Liceu Ouro Preto, a Arquidiocese de Mariana convocou a Assembleia dos Acionistas, para a escolha de nova Diretoria, pois desde 1959 não se realizaram mais Assembleias. Nomeada e empossada esta Diretoria a 3 de setembro de 1992, o novo Presidente, Cônego José Feliciano da Costa Simões, convocou, no dia 25 do mesmo mês, nova Assembleia, para a extinção da Sociedade Liceu Ouro Preto. A partir desta data, o Colégio Arquidiocesano passou a ter como Entidade Mantenedora Obras Sociais de Auxílio à Infância e à Maternidade Monsenhor Horta, entidade da Arquidiocese de Mariana, de utilidade pública federal, estadual, municipal, de fins filantrópicos, conforme contrato social registrado no Cartório de Registro Civil de Pessoas Jurídicas da Comarca.

Data de 1998, o Convênio que o Colégio Arquidiocesano assinou com a Rede Pitágoras pela Qualidade em Educação, parceria de sucesso que permaneceu até o ano 2017. Durante estes anos a Rede Pitágoras proporcionou ao Colégio um programa de formação integrada, produtos de suporte pedagógico, programa de avaliação educacional, entre outros. O Ensino Médio, porém, a partir de 2008 passou a seguir a proposta pedagógica do Grupo de Ensino Bernoulli.

Também em 1998, a Samarco Mineração SA assumiu um Convênio de Comodato com a Mantenedora Obras Sociais, ficando a mesma responsável pela Escola Particular Alphonsus de Guimaraens, na Vila Residencial Antônio Pereira, que passou a chamar-se Colégio Arquidiocesano Unidade II. Em 1999, iniciaram-se as atividades dessa Unidade, atendendo do Maternal à 8ª série do Ensino Fundamental, iniciando-se o Ensino Médio em 2000.

À frente do Colégio Arquidiocesano, por longos anos, Cônego Paulo Dilascio marcou a história da Instituição com seu carisma, gestos de acolhida e preocupação com o próximo. Com “sua garra e força de vontade reergueu o nome da instituição e a levou novamente a patamar respeitável entre os tradicionais educandários do país”. [xiii] Sua missão foi bruscamente interrompida no dia 26 de abril de 2010, data em que Ouro Preto chorou sua morte. Já em 2010, em uma justa homenagem, a Unidade II do Colégio Arquidiocesano passou a ser denominada Colégio Arquidiocesano Unidade Cônego Paulo Dilascio. Após a morte de Cônego Paulo, a Profa. Rita Maria Moraes Cota assumiu a direção do Colégio Arquidiocesano, de maio a julho de 2010.

Fundação Marianense de Educação

A 23 de maio do ano de 2010, o Sr. Arcebispo Metropolitano de Mariana, Dom Geraldo Lyrio Rocha, nomeou o Pe. Tarcísio Sebastião Moreira, Diretor do Colégio Arquidiocesano – Unidade Ouro Preto e Unidade Cônego Paulo Dilascio. Tendo ocupado o cargo de Reitor do Seminário São José, da Arquidiocese de Mariana, além do ofício de pároco em Viçosa e em Ouro Preto, Pe. Tarcísio foi oficialmente empossado a 07 de julho de 2010, iniciando uma gestão que adequou, ainda mais, a instituição às normas que regem a educação no Brasil.

Em 23 de novembro do mesmo ano, ocorreu nova mudança de mantenedora, passando de Obras Sociais de Auxílio à Infância e à Maternidade Monsenhor Horta para a Fundação Marianense de Educação, fortalecendo, ainda mais, o vínculo entre Colégio Arquidiocesano e Arquidiocese de Mariana. A partir desta data, o Colégio Arquidiocesano de Ouro Preto tornou-se instituição irmã de outras instituições educativas, como o Colégio Arquidiocesano de Ouro Branco e o Centro Promocional e Educacional Padre Ângelo, além de outras obras sociais mantidas pela Fundação Marianense de Educação.

Na dia 22 de dezembro de 2014, Dom Geraldo Lyrio Rocha nomeou o Revmo Pe. Paulo Vicente Ribeiro Nobre, Diretor do Colégio Arquidiocesano – Unidade Ouro Preto e Unidade Cônego Paulo Dilascio, sendo oficialmente empossado a 30 de janeiro de 2015.

No dia 05 de novembro, ocorreu o rompimento da Barragem do Fundão, situada no complexo da Samarco Mineração. Somando-se à crise econômica instalada em todo o Brasil, que impactava gravemente as instituições particulares de ensino, tal sinistro desencadeou o processo de fragilização crescente da situação financeira do Colégio Arquidiocesano Cônego Paulo Dilascio, ocasionando queda expressiva do número de alunos. Em agosto de 2016, após vários meses de atividades interrompidas, a Samarco Mineração cancelou os convênios que mantinha com a Instituição. Desta maneira, a Fundação Marianense de Educação, mantenedora do Colégio, impossibilitada de manter uma Unidade de Ensino na região, sem a participação de empresas parceiras, decidiu pelo encerramento da referida Unidade ao término do Ano Letivo de 2016, fato ocorrido em 30 de janeiro de 2017.

Em 2017, iniciou-se o convênio com o Programa Escola da Inteligência, que tem como conceito a Educação Socioemocional efundamenta-se na Teoria do psiquiatra Augusto Cury. No mesmo ano,adotou-se o material didático do Sistema de Ensino Bernoulli para o Ensino Fundamental- Anos Finais. Em 2018, o Colégio Arquidiocesano de Ouro Preto alinhou sua proposta educativa ao Sistema Bernoulli em todos os Segmentos de Ensino.

Em novembro de 2018, Dom Airton José dos Santos, Arcebispo de Mariana e Presidente da Fundação Marianense de Educação, nomeou diretor do Colégio Arquidiocesano de Ouro Preto o Pe. Geraldo Lopes de Paula. Pe. Lelete, como é conhecido, é diretor do Colégio Arquidiocesano de Ouro Branco desde 2011 e, a partir de 23 de novembro de 2018, data de sua posse em Ouro Preto, passou a conduzir as duas Instituições de Ensino.

A proposta educativa praticada no Colégio Arquidiocesano de Ouro Preto, que atende desde o Maternal ao Ensino Médio, pauta-se em, constantemente, cumprir tudo aquilo que propicie alcançar os fins da Educação Nacional e atingir os objetivos gerais do ensino, proporcionando aos educandos a formação necessária ao desenvolvimento de potencialidades e ao pleno exercício da cidadania.

Congregados aos Propósitos Cristãos e à Proposta Educativa desta Instituição todos que a ela se vinculam amparam-se no lema:  “Deo Duce Coadjuvante Domina e Colle Illuminans.”  (Conduzido por Deus, Nossa Senhora ajudando, iluminando do alto da colina.)


[i] Cf. Estatuto do Liceu de Ouro Preto, Arquivo do Colégio.

[ii] Cf. Benedicto Adami, Discurso proferido em cerimônia comemorativa aos 50 anos do Colégio Arquidiocesano de Ouro Preto, 1984, Arquivo do Colégio.

[iii] Maria Francelina Silami Ibrahim Drummond, O Semeador, Editora Liberdade, Ouro Preto 2013, pg. 64

[iv] Francelina, pg. 14

[v] . Cf. O Arauto, Órgão Informativo do Colégio Arquidiocesano de Ouro Preto, Ano III- N. 15, Julho e Agosto de 1996

[vi] Cf. O Arauto, Órgão Informativo do Colégio Arquidiocesano de Ouro Preto, Ano III- N. 15, Julho e Agosto de 1996

[vii] Benedicto Adami, Discurso proferido em cerimônia comemorativa aos 50 anos do Colégio Arquidiocesano de Ouro Preto, 1984, Arquivo do Colégio.

[viii] Parecer nº 242/75 da Câmara do Ensino de 2º Grau.

[ix] “Tendo adoecido em 1978, Dom Oscar de Oliveira, então Arcebispo da Arquidiocese de Mariana, pediu ao competente Prof. Hélio Homem de Faria, que já dirigira a Escola Normal de Ouro Preto, que assumisse a direção do Colégio. De boa vontade, o pedido foi aceito. E foi deste dedicado ex-aluno, professor e diretor, a excelente ideia da implantação no Colégio do Pré-Escolar e das quatro primeiras séries do Ensino Fundamental, sendo então acolhidas as crianças, pequenas sementes que tanto têm frutificado no Colegio”. O Arauto, Órgão Informativo do Colégio Arquidiocesano de Ouro Preto, Ano III- N.16, Setembro de 1996.

[x] Cf. Relatório do Colégio Arquidiocesano de Ouro Preto 1986/1987, elaborado pelo Prof. Péricles Lobo Leite.

[xi] Cf. O Arauto, Órgão Informativo do Colégio Arquidiocesano de Ouro Preto, Ano III- N.16, Setembro de 1996.

[xii] O Arauto, Órgão Informativo do Colégio Arquidiocesano de Ouro Preto, Ano III- N.16, Setembro de 1996.

[xiii] https://jornalvozativa.com/geral/ouro-preto-mg-perde-duas-queridas-figuras-ligadas-a-educacao-e-a-arte-prefeitura-municipal-decreta-luto-oficial/